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	<title>Omnia sunt communia &#187; açores</title>
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		<title>Descubra as diferenças: OpenStreetMap vs Google Maps em São Miguel</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 14:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Open Street Maps]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
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		<description><![CDATA[
A imagem do topo é um screenshot de Ponta Delgada, São Miguel, tirada do Google maps. A imagem abaixo é uma imagem sensivelmente da mesma área e zoom tirada do OpenStreetMap.
Não é difícil ver na imagem, e muito menos navegando em ambos os mapas, que nos Açores o OpenStreetMap fornece muito mais detalhe comparativamente com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://dl.dropbox.com/u/281158/blogfiles/osmVSgmaps.png" alt="OSM vs Gmaps" width="573" height="566" /></p>
<p>A imagem do topo é um screenshot de Ponta Delgada, São Miguel, tirada do <a href="http://maps.google.pt/?ll=37.744148,-25.663462&amp;spn=0.018223,0.054932&amp;z=15&amp;vpsrc=6">Google maps</a>. A imagem abaixo é uma imagem sensivelmente da mesma área e zoom tirada do <a href="http://www.openstreetmap.org/?lat=37.74548&amp;lon=-25.66764&amp;zoom=15&amp;layers=M">OpenStreetMap</a>.</p>
<p>Não é difícil ver na imagem, e muito menos navegando em ambos os mapas, que nos Açores o OpenStreetMap fornece muito mais detalhe comparativamente com a pobreza que é o Google Maps. A Google tem produtos fantásticos, incluindo o Google Maps. Mas, como qualquer empresa, tem o lucro como objectivo. Investir em melhorar mapas de zonas em que o retorno será diminuto não é de todo atractivo.</p>
<p>Felizmente que existem projectos como o OpenStreetMap no qual, como em muitos outros projectos colaborativos, cada um trabalha naquilo em que tem interesse, contribuindo para o projecto e tornando a vida mais fácil a muitos utilizadores.</p>
<p>O OpenStreetMap é editado por qualquer pessoa que tenha interesse em fazê-lo. Utilizando traces de GPS ou imagens aéreas do Yahoo e mais recentemente do Bing, é possível criar mapas de grande detalhe e precisão e até bastante atractivos visualmente. Sempre achei mapas uma coisa fascinante, ao ponto de ter um grande mapa mundo da National Geographic na parede e muitos outros arrumados à espera de um lugar para serem colocados.</p>
<p>De vez em quando faço uns traces de GPS, mas desde que o Bing (obrigado Microsoft) autorizou o OSM a utilizar as suas imagens aéreas, que é possível fazer imensas edições mesmo sem traces. Desde desenhar ruas, edifícios, jardins, adicionar detalhes a pontos de interesse, são imensas as possibilidades. Antes do Bing, a Yahoo permitia a utilização das suas imagens aéreas pelo OSM, mas para os Açores não atingiam níveis de zoom suficientes para ser possível distinguir mais do que as estradas principais.</p>
<p>Uma das minhas grandes dúvidas era como se portaria o OSM numa aplicação de navegação com GPS. Felizmente existe uma para Android, o <a href="https://market.android.com/details?id=net.osmand&amp;hl=en">OsmAnd</a>. Nada melhor do que um teste. Andando por Ponta Delgada de carro, a aplicação portou-se muitíssimo bem, dando indicações muito precisas nas várias rotas que testei. Outra coisa que me surpreendeu foi o facto de, por haver obras na estrada e ter sido necessário mudar de rota, a aplicação ter adaptado à nova rota, indicando o caminho correctamente.</p>
<p>Mais um pequeno exemplo do que o trabalho colaborativo pode fazer mesmo sem ter os milhões de uma grande corporação e como isso pode ser importante para regiões que não são financeiramente rentáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Eu no The Telegraph, sim o jornal :)</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 21:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
				<category><![CDATA[CoisasDoOutroMundo]]></category>
		<category><![CDATA[açores]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Agosto passado fui guia de um jornalista inglês do The Telegraph que veio ao Açores escrever um artigo para a secção de viagens deste jornal. Uma vez que a desorganização é uma característica minha, guardei o cartão do jornalista, Andrew Purvis, religiosamente. Claro que guardei tão bem que nunca mais o encontrei e não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Agosto passado fui guia de um jornalista inglês do <em>The Telegraph</em> que veio ao Açores escrever um artigo para a secção de viagens deste jornal. Uma vez que a desorganização é uma característica minha, guardei o cartão do jornalista, Andrew Purvis, religiosamente. Claro que guardei tão bem que nunca mais o encontrei e não pude pedir-lhe o artigo.</p>
<p>Hoje disseram-me que leram o artigo e eu era citado a mandar umas postas de pescada. Deixo aqui algumas partes. <a href="http://www.telegraph.co.uk/travel/sunandsea/8400719/The-Azores-thermal-baths-in-sub-tropical-sunshine.html" target="_blank">Podem ler o resto aqui</a>. São Miguel e Pico são as ilhas mais faladas. Vale a pena ler (o artigo, não as minhas frases sensacionalistas <img src='http://www.blog.amrlima.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  )</p>
<div>
<blockquote><p>&#8220;These trees are living fossils,&#8221; says Antonio, our guide, as we    walk among the millennia-old cycads and ginkgo bilobas of Terra Nostra    Botanical Garden, of which this lake is the centrepiece. In the Endemic    Garden, he points out <em>uva de serra </em>(mountain grape), unique to the    Azores, and subspecies of European shrubs and trees such as laurel,    chestnut, heather and holly.</p></blockquote>
</div>
<blockquote><p>&#8220;It&#8217;s how European forests were before the Ice Age,&#8221; he says, &#8220;which    left these islands untouched. The weather is always mild due to the Gulf    Stream.&#8221; Step from the waters of the &#8220;Brown Lagoon&#8221;, quite    possibly with a catkin laced around your ankle, and the air temperature is a    benign 79F (26C) in August, instead of the 52F (14C) you can expect in    Reykjavik</p>
<p>(&#8230;)</p></blockquote>
<p>E sobre a Ribeira Quente, a minha terra <img src='http://www.blog.amrlima.info/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  :</p>
<blockquote><p>On    our last day in Furnas, we take a taxi to the beach at Ribeira Quente (&#8220;Hot    River&#8221;), through a valley that punches through the crater&#8217;s rim and is    filled with blue hydrangeas. In this fairy glade, there are picnic tables    and benches, encouraging families to chill out, chat and eat together.</p>
<p>The glorious beach at Ribiera Quente is unusual in having golden sand. For the    most part, the coastline of the Azores is rugged, rocky and unyielding,    hence the piscinas naturales – swimming pools sculpted from a lagoon or rock    pool, perhaps enhanced by a diving board, a raft, concrete steps leading    down into the water, and a kiosk serving drinks and snacks.</p></blockquote>
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		<title>Acordo com a troika: O preço &#8220;compensatório&#8221; nos Açores</title>
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		<pubDate>Sat, 07 May 2011 12:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[açores]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[troika]]></category>

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		<description><![CDATA[Para além de todas as medidas já conhecidas que nos serão impostas pela troika, nos Açores teremos um aumento extra de 10% em vários impostos. Isto porque a diferença máxima entre a carga fiscal na região e no continente passa de 30% para 20%.
Ora, quem não conhece a realidade dos Açores poderá pensar que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para além de todas as medidas já conhecidas que nos serão impostas pela troika, nos Açores teremos um aumento extra de 10% em vários impostos. Isto porque a diferença máxima entre a carga fiscal na região e no continente passa de 30% para 20%.</p>
<p>Ora, quem não conhece a realidade dos Açores poderá pensar que se temos impostos mais baixos, os preços serão mais baixos. Puro engano. Os preços nos Açores são, no geral, mais altos do que no resto do país, com excepção dos combustíveis. São os custos da insularidade e de um mercado pequeno e disperso.</p>
<p>No Açoriano Oriental de hoje o economista Célio Teves fez algumas contas:</p>
<p><strong>IRC</strong>: de 17,5% para 20%</p>
<p><strong>IVA</strong>: de 4%, 9% e 16% para 5%, 10% e 18%</p>
<p>E é preciso lembrar que em relação ao IVA ainda que haverão as mudanças de escalão de IVA de vários produtos, como prevê o acordo com o <del>diabo</del> troika. É um duplo aumento no imposto mais injusto que existe numa das regiões mais pobres do país.</p>
<p>Em relação ao <strong>IRS</strong> Célio Teves não apresenta valores mas, adicionando 10% a cada um dos escalões teremos algo como:</p>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<td>Taxa Antiga</td>
<td>Taxa Nova</td>
</tr>
<tr>
<td>7,35%</td>
<td>8.1%</td>
</tr>
<tr>
<td>9,75%</td>
<td>10.73%</td>
</tr>
<tr>
<td>18,8%</td>
<td>20.68%</td>
</tr>
<tr>
<td>27,2%</td>
<td>29.92%</td>
</tr>
<tr>
<td>29,2%</td>
<td>32.12%</td>
</tr>
<tr>
<td>32,0%</td>
<td>35.2%</td>
</tr>
<tr>
<td>33,6%</td>
<td>36.96%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>EDIT: No Açoriano Oriental de 08-05-2011, André Bradford do PS-Açores disse que grande parte dos açorianos vão manter os 20% de redução que já usufruem mas sem especificar números. Vamos ver.</em></p>
<p><em>No mesmo artigo, vem desvalorizar a redução do diferencial entre a carga fiscal na região e no continente dizendo que se fosse totalmente esbatida seria pior. Obviamente que sim, mas também é melhor prisão perpétua do que condenação à morte. Está a aprender com Sócrates.</em></p>
<p>Para além deste brutal aumento de impostos, vamos sofrer com todas as outras medidas que se aplicam, obviamente, nos Açores. Carlos César, como dirigente bem comportado do Partido Socialista, repete o discurso do partido dizendo que foi um bom acordo para os Açores. Não percebi em que parte é que foi um bom acordo, alguém me explique se faz favor.</p>
<p>PS: Desculpem lá a catadupa de posts sobre política neste blog. Sempre escrevi aqui sobretudo sobre informática e outros assuntos que me interessam. No entanto nesta altura não vejo nada mais importante do que o que se passa neste país, por isso é difícil escrever sobre outra coisa.</p>
<p>PS2: Não sou economista e não me considero especialmente versado na matéria. O que aqui escrevi (e escrevo sobre economia) baseia-se apenas nalgum bom senso e alguns minutos de pensamento sobre o que vai acontecendo à nossa volta. Desculpem lá qualquer incorrecção e corrijam-se se me enganar nas contas.</p>
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		<title>Praia da Ribeira Quente – Entulho “anti-derrocada” Take II: A notícia no Açoriano Oriental</title>
		<link>http://www.blog.amrlima.info/archives/1093</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 13:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[açores]]></category>
		<category><![CDATA[Praia]]></category>
		<category><![CDATA[Ribeira Quente]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícia no Açoriano Oriental:

O  proprietário da habitação situada no limite da falésia da praia da  Ribeira Quente, numa zona onde têm ocorrido derrocadas, decidiu avançar  por sua conta e risco com uma intervenção para estabilização de parte do  talude. A obra foi iniciada de forma ilegal (sem licenciamento e  autorização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia no Açoriano Oriental:</p>
<blockquote>
<p>O  proprietário da habitação situada no limite da falésia da praia da  Ribeira Quente, numa zona onde têm ocorrido derrocadas, decidiu avançar  por sua conta e risco com uma intervenção para estabilização de parte do  talude. A obra foi iniciada de forma ilegal (sem licenciamento e  autorização da Direcção Regional dos Assuntos do Mar) e deixa muito a  desejar, para já em termos de impacto visual, mas foi entretanto  autorizada pelo departamento do Governo Regional com competência na  gestão do domínio público marítimo.</p>
<p>A casa está em situação de risco e  não oferece garantia de segurança para os ocupantes, pois localiza-se na  zona mais problemática da encosta, que está em avançado processo de  erosão, agravado com a ocorrência de sucessivas derrocadas. Ora, para  travar novas derrocadas, como se pode ver na fotografia, foram colocados  sacos de areia, madeira e pedras na base da falésia e em plena praia,  isto numa zona onde uma placa alerta para o perigo de queda de blocos. A  solução não agrada à Junta de Freguesia, nem à própria população: “o  que queremos é tudo menos aquilo&#8230; queremos uma situação definitiva  para segurar o talude que crie também outra imagem da praia&#8230; não  aquela”, diz Gualberto Rita, presidente da Junta de Freguesia da Ribeira  Quente. “Estamos preocupados e a própria população também já manifestou  alguma preocupação em relação àquela situação”, admite o autarca, que  explica que a sua preocupação como responsável “foi chamar a atenção das  autoridades para fiscalizar e saber da legalidade da obra”. Como  explica o capitão do porto, Rodrigues Gonçalves, a Polícia Marítima  recebeu a 28 de Janeiro uma denúncia da Direcção Regional dos Assuntos  do Mar, entidade administrante do domínio público marítimo, de que  estariam a ser feitas construções na praia da Ribeira Quente sem  autorização. Assim, logo no dia seguinte uma patrulha da Polícia  Marítima deslocou-se ao local para fiscalização, tendo verificado a  existência de obras de construção civil, “aparentemente para sustentação  e reforço da falésia, que estava parcialmente derrocada”. Segundo  Rodrigues Gonçalves, “foi identificada a pessoa responsável pelas obras,  a qual foi também notificada para parar com as mesmas, visto que não  estavam licenciadas”, tendo sido também elaborado um expediente com  fotografias, enviado à Direcção Regional dos Assuntos do Mar, “ a  entidade que nos tinha solicitado que verificássemos o que se estava a  passar”.</p>
<p>Segundo Frederico Cardigos, director regional dos Assuntos do  Mar, está a decorrer na Inspecção Regional do Ambiente um processo de  contra-ordenação. Mas como salvaguarda o responsável, entretanto foi  promovida uma reunião, com a mediação da Câmara da Povoação, entre o  proprietário e a Direcção Regional, onde foi explicado o objectivo e o  método da intervenção. Segundo explicou Frederico Cardigos, trata-se de  uma obra de engenharia natural para fortalecer o talude, promovendo o  enraizamento de espécies naturais, com a ajuda de sacos de areia,  madeiras e pedra que serão depois retirados. “Dado que não havia  consequências negativas para a praia e permitia salvaguardar os bens ali  existentes”, a Direcção Regional decidiu autorizar a obra à  responsabilidade do proprietário, diz Frederico Cardigos, que garante  que “é uma intervenção pequeníssima que em poucas semanas estará  terminada”.•</p>
<p><em>Paula Gouveia Açoriano Oriental 25/03/2011</em></p>
</blockquote>
<p>Fotos no post anterior: <a href="http://www.blog.amrlima.info/archives/1089">http://www.blog.amrlima.info/archives/1089</a></p>
<p>Não posso deixar de fazer alguns comentários a algumas passagens muito interessantes.</p>
<p><em>“foi identificada a pessoa responsável pelas obras,  a qual foi também  notificada para parar com as mesmas, visto que não  estavam licenciadas”</em></p>
<p>Pelos vistos as obras continuaram. Porquê?</p>
<p><em>&#8220;entretanto foi  promovida uma reunião, com a mediação da Câmara da  Povoação, entre o  proprietário e a Direcção Regional, onde foi  explicado o objectivo e o  método da intervenção&#8221;</em></p>
<p>Mediação? Há alguma guerra que não tenha reparado? A obra é ilegal. Ponto. Não há qualquer mediação a fazer, é cumprir a lei. A solução para aquele problema não é aquela.</p>
<p><em>Segundo explicou Frederico Cardigos, trata-se de  uma obra de engenharia  natural para fortalecer o talude, promovendo o  enraizamento de  espécies naturais, com a ajuda de sacos de areia,  madeiras e pedra que  serão depois retirados</em></p>
<p>A única coisa que ali cresce são canas, e certamente não que são umas canas que vão estabilizar aquele talude. Corrijam-me se estiver errado.</p>
<p>Noutra nota no jornal é referido no mesmo jornal que o projecto para estabilizar o talude da praia está concluído. Faltando apenas o concurso e a compra de terrenos. Será como a estrada alternativa para a Ribeira Quente que desde 1997 devia ter começado?</p>
<p>O que é certo é que o problema é ampliado pelo facto de haver uma casa, que se deixou construir quando toda a gente via que era uma loucura, que está prestes a cair. Não era preciso ser engenheiro ou geólogo para o ver. Para além disso há alguns terrenos agrícolas que vão ficando diminuídos a cada Inverno.</p>
<p>Certamente que não será uma obra prioritária, principalmente na situação em que o país está. No entanto, aquela situação é conhecida há décadas e nunca foram tomadas quaisquer medidas consequentes. Para um Governo Regional que se orgulha de apresentar o tão &#8220;bom Ambiente&#8221; dos Açores, esta é mais uma prova que não é bem assim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Praia da Ribeira Quente &#8211; Entulho &#8220;anti-derrocada&#8221;</title>
		<link>http://www.blog.amrlima.info/archives/1089</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 15:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[açores]]></category>
		<category><![CDATA[Praia]]></category>
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		<description><![CDATA[Primeiro as fotos. Depois o resumo da história.
Para quem conhece a praia, sabe bem que toda a praia é visível da zona habitacional. A praia é pequena (menos de 1 Km) e esta obra de arte está mais ou menos a meio da praia. Qualquer pessoa que passe nesta zona vê este cenário, sejam eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro as fotos. Depois o resumo da história.</p>
<p>Para quem conhece a praia, sabe bem que toda a praia é visível da zona habitacional. A praia é pequena (menos de 1 Km) e esta obra de arte está mais ou menos a meio da praia. Qualquer pessoa que passe nesta zona vê este cenário, sejam eles a Polícia Marítima, Vigilantes da Natureza, autoridades políticas, residentes, turistas.</p>
<p><a title="Praia da Ribeira Quente - Entulho anti-derrocada 1 por amrlima, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/21196653@N04/5552650049/"><img src="http://farm6.static.flickr.com/5057/5552650049_2e2aa4922f.jpg" alt="Praia da Ribeira Quente - Entulho anti-derrocada 1" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a title="Praia da Ribeira Quente - Entulho anti-derrocada 2 por amrlima, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/21196653@N04/5552652179/"><img src="http://farm6.static.flickr.com/5137/5552652179_e786856dd3.jpg" alt="Praia da Ribeira Quente - Entulho anti-derrocada 2" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a title="Praia da Ribeira Quente - Entulho anti-derrocada 3 por amrlima, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/21196653@N04/5553237618/"><img src="http://farm6.static.flickr.com/5025/5553237618_5231837b98.jpg" alt="Praia da Ribeira Quente - Entulho anti-derrocada 3" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Uma foto de toda a praia, um pouco mais antiga.<br />
<a title="Praia deserta por amrlima, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/21196653@N04/3456823441/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3633/3456823441_b2f916fde8.jpg" alt="Praia deserta" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Resumo da história: Toda a praia, como se pode ver na foto, é limitada a Norte por uma falésia altamente instável por ser constituída principalmente por depósitos de pedra-pomes. Desde que me recordo sempre houve derrocadas nesta praia no Inverno causadas tanto por chuvas fortes como pelo mar que no Inverno pode chegar à falésia.</p>
<p>No topo da falésia existem várias ruínas de casas. As mais próximas da falésia foram abandonadas à força em 1969 devido à proximidade crescente do precipício. As casas já não ofereciam condições de segurança com o recuar da falésia devido aos deslizamentos de terra.</p>
<p>Nos anos 90, não sei ao certo em que ano, mas se a memória não me falha provavelmente entre 95 e 2000 foi reconstruída uma casa no topo dessa falésia. É a casa que se pode ver no topo da falésia nas primeiras fotos. Como tal foi permitido? Não sei, mas gostava de saber. Não conheço ninguém que tenha achado boa ideia, mas parece que houve quem achasse.</p>
<p>Os últimos 2 Invernos foram bastante rigorosos e a falésia recuou mais e, como se pode ver pelas fotos, está muito instável. A casa está perigosamente próxima da falésia e não tarda muito será uma casa na praia, literalmente.</p>
<p>Ora, parece que alguém achou que a solução seria colocar uns sacos de areia, madeira e pedras na base da falésia, em plena praia, para parar as derrocadas. Não, não vai ser suficiente. Ninguém fez nada para o impedir.</p>
<p>Agora como se resolve este problema? Certamente que o € dos nossos impostos estará envolvido, tanto para limpar a praia como para salvar uma casa que nunca deveria ter sido construída.</p>
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		<title>Piada do dia: Concurso de professores</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 13:56:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
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		<category><![CDATA[concurso professores]]></category>
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		<description><![CDATA[Há vagas para o teu grupo disciplinar no concurso externo de professores? Não. Então não vale a pena concorrer, certo? ERRADO!
Se não concorres não ficas em 1ª prioridade para a contratação! WTF?
Isto é só para chatear, certo?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há vagas para o teu grupo disciplinar no concurso externo de professores? Não. Então não vale a pena concorrer, certo? ERRADO!</p>
<p>Se não concorres não ficas em 1ª prioridade para a contratação! WTF?</p>
<p>Isto é só para chatear, certo?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Novo projecto: www.azoresinfo.com já está online!</title>
		<link>http://www.blog.amrlima.info/archives/1026</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 19:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[açores]]></category>
		<category><![CDATA[azoresinfo]]></category>
		<category><![CDATA[projectos]]></category>
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		<category><![CDATA[turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Como tive algum tempo livre durante o Verão, aceitei a ideia de criar um site de informações turísticas sobre os Açores. Sim é verdade, existem alguns mas a razão para avançar para a criação do site prende-se com o facto de nenhum que conheça tenha as funcionalidades que queríamos ver num site de informações.
O www.azoresinfo.com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tive algum tempo livre durante o Verão, aceitei a ideia de criar um site de informações turísticas sobre os Açores. Sim é verdade, existem alguns mas a razão para avançar para a criação do site prende-se com o facto de nenhum que conheça tenha as funcionalidades que queríamos ver num site de informações.</p>
<p>O <a href="http://www.azoresinfo.com" target="_blank">www.azoresinfo.com</a> não tem qualquer afiliação com qualquer empresa ligada ao sector do turismo e por isso é totalmente independente. Assim sendo, a possibilidade de classificar e comentar todos os itens, sejam eles hotéis, jardins, pode tornar-se uma mais valia. A avaliação feita pelos próprios utilizadores pode ser, em última análise, a mais fidedigna.</p>
<p>Claro que o site não foi construído apenas por mim. Aliás a minha parte resumiu-se essencialmente à parte técnica, o que já deu algum trabalho. Toda a recolha e publicação de informação foi da responsabilidade da Raquel Pereira <img src='http://www.blog.amrlima.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . É um trabalho longo em que muito facilmente se perde a motivação, por isso não é nada fácil.</p>
<p>Falando da parte mais interessante, pelo menos para alguns, o <a href="http://www.azoresinfo.com" target="_blank">Azoresinfo</a> foi criado recorrendo quase totalmente a Software Livre e Open-Source. Para não tornar o post muito pesado e técnico quero apenas referir que utilizei o CMS <a href="http://www.drupal.org" target="_blank">Drupal</a> com vários módulos contribuídos, tendo modificado alguns deles para melhor se adaptarem ao que pretendia e programado algumas funcionalidades, para além do tema. Claro que por trás disto tudo está um servidor <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/LAMP_(software_bundle)" target="_blank">LAMP</a> <img src='http://www.blog.amrlima.info/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Para geo-referenciar os locais utilizei o<a href="http://mapas.sapo.pt" target="_blank"> sapo mapas</a>, que para os Açores, possuem os mapas mais completos.</p>
<p>Para ver mais, basta ir ao <a href="http://www.azoresinfo.com" target="_blank">Azoresinfo</a> e navegar. Para listar alguma entidade/empresa ou rectificar/adicionar informação basta ir a <a href="http://wwww.azoresinfo.com/pt-pt/contacto" target="_blank">wwww.azoresinfo.com/pt-pt/contact</a> ou enviar um email para geral AT azoresinfo.com</p>
<p>Ah, e podem dizer que gostam do site no Facebook em<a href="http://www.facebook.com/azoresinfo" target="_blank"> www.facebook.com/azoresinfo</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como excluir um candidato de um concurso público: o guia definitivo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 16:53:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[açores]]></category>
		<category><![CDATA[concurso público]]></category>
		<category><![CDATA[exclusão]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez que hoje estou em modo &#8220;rant&#8221; vou escrever este post que será tão longo como será ácido, mas que espero sirva para mostrar como funciona a administração pública nos Açores, que será com certeza um espelho da congénere nacional. Se quiser continuar a ler, arranje um café ou chá porque vai demorar.
Não vou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez que hoje estou em modo &#8220;rant&#8221; vou escrever este post que será tão longo como será ácido, mas que espero sirva para mostrar como funciona a administração pública nos Açores, que será com certeza um espelho da congénere nacional. Se quiser continuar a ler, arranje um café ou chá porque vai demorar.</p>
<p>Não vou divulgar nomes, nem qual o organismo público  a que me refiro, dizendo apenas que é uma Direcção Regional em São Miguel.</p>
<p>Tudo começou com o anúncio de um concurso público na <a href="http://bepa.azores.gov.pt/" target="_blank">Bolsa de Emprego Público dos Açores</a>. Como interessava-me, reuni a documentação necessária e o formulário do concurso, e procedi ao seu preenchimento. Como tinha algumas dúvidas, resolvi entregar a documentação em mão e esclarecer se tinha preenchido o formulário correctamente.</p>
<p>Warning! Começa a comédia!</p>
<p>Chegando à dita Direcção Regional, encontro 2 funcionárias na recepção. Uma delas ao computador. Digo ao que venho e refiro que tenho dúvidas que queria esclarecer no formulário e indico os campos que suscitaram as dúvidas dizendo que não tenho a certeza se estão correctamente preenchidos. A funcionária leva a papelada a um gabinete. Entretanto a colega funcionária ao computador começa a ficar atrapalhada com os sons que vinham do seu computador, nitidamente estava a ver um mail daqueles com bonequinhos a saltar de um  lado para o outro. Tanto que se trabalha por aqui, pensei. A outra funcionária volta dizendo que</p>
<blockquote><p><em>lá dentro não reclamaram de nada.</em></p></blockquote>
<p>Parto do princípio que o formulário está bem preenchido. Erro meu, se calhar deveria ter pedido para falar com a pessoa que recebeu o documento a confirmar. Ou talvez isso não fosse suficiente, como irão ver mais à frente. Nunca confiar em funcionárias da recepção.</p>
<p>A funcionária vem de mãos a abanar e não me trás qualquer documento comprovativo de como entreguei a documentação. Como sou gato escaldado, peço-lhe que me traga um documento comprovativo. Assim fez.</p>
<p>Alguns dias depois, recebo um mail a dizer que fui excluído do concurso. E porquê? Porque faltou um campo por preencher, que até tinha pedido para confirmarem. Aqui fica um excerto do email.</p>
<blockquote><p><em>(&#8230;)que foi deliberado não considerar a sua candidatura em virtude da mesma não contemplar a identificação da oferta do procedimento concursal a que se candidata.</em></p></blockquote>
<p>Erro meu, sem dúvida. Mas se pedi para confirmarem se os campos em que tinha dúvidas estavam bem preenchidos porque não me disseram logo? Dirigi-me à dita Direcção Regional e na recepção a tal funcionária que alguns dias atrás via emails &#8220;divertidos&#8221; no computador, hoje dormia uma bela soneca. Fui atendido por uma funcionária que me disse o seguinte:</p>
<blockquote><p><em>Não se esclarecem dúvidas aos candidatos porque isso poderia ser visto como favorecimento de um candidato em relação aos outros.</em></p></blockquote>
<p>Interessante teoria. Deixam-se os candidatos na ignorância e espera-se que caiam nas esparrelas da burocracia e assim vão-se eliminando candidatos. Por várias vezes pedi informações e esclarecimentos de dúvidas sobre os concursos de professores e estas sempre me foram prestadas rápida e facilmente, sem qualquer entrave por telefone ou email. Esta política deve ter sido inventada por esta Direcção Regional.</p>
<p>Perante essa afirmação que me deixou de queixo caído (não literalmente) perguntei se não esclarecerem dúvidas, porque não me foi prestada essa informação aquando da colocação da dúvida. Era capaz de ter sido interessante e útil. Resposta inconclusiva da funcionária.</p>
<p>Procedi à audiência de interessados apresentando os argumentos que já aqui deixei. Dias mais tarde recebi a decisão final do Juri.</p>
<blockquote><p><em>(&#8230;)procurou aferir os alegados factos junto da funcionária da recepção, pessoa que segundo o mesmo teria prestado uma informação incorrecta. Do apurado concluiu-se que tal não corresponde à verdade dos factos, não se podendo pois atribuir qualquer responsabilidade dos serviços relativamente ao assunto em causa.</em></p></blockquote>
<p>Óbvio que negaria.</p>
<blockquote><p><em>Na necessidade de obtenção de qualquer esclarecimento relativamente ao edital do concurso, ao formulário de candidatura ou aos procedimentos de entrega dos documentos, deveria o candidato ter efectuado uma exposição por escrito à (ao) presidente do júri do concurso, única interlocutora com legitimidade para prestar as informações que entendesse pertinentes, tornando-as eventualmente públicas com o objectivo de garantir a equidade e transparência dos processos.</em></p></blockquote>
<p>Interessante justificação para a manutenção da decisão da minha exclusão do concurso. Agora já é possível fazer pedidos de esclarecimento. Mais interessante é que têm de ser feitos por escrito ao presidente do júri. E já agora, peço autorização ao Papa? Talvez seja melhor, não?  Será assim em todos os serviços? Os presidentes do júri não podem esclarecer uma dúvida sem ser por escrito? Não há mais nenhum funcionário competente o suficiente para esclarecer os candidatos em tempo útil e sem ser por escrito? Se calhar é isso, vendo bem.</p>
<p>Pergunto-me, qual é o objectivo de um concurso público? Escolher o melhor candidato? Pelo que vejo, não é de certeza.</p>
<p>Já fui excluído de outros concursos, uma vez por uma razão ainda mais difícil de compreender. Imagine-se que não entreguei o meu certificado de habilitações do 12º ano da área de Ciências, entreguei em vez desse o da licenciatura em Biologia-Geologia, imagine-se, e por isso fui excluído. Na altura também reclamei mas não levei tão longe o protesto como agora. Era mais acomodado, tinhas talvez mais a perder. Agora pouco posso perder mais por isso aqui fica um retrato do nosso país.</p>
<p>EDIT: Resolvi finalmente revelar em que serviços este caso relatado aconteceu, principalmente por outros casos semelhantes continuarem a acontecer, como se pode ver nos comentários. Aqui vai o serviço e o nome da Presidente do Júri.<br />
<strong> SECRETARIA REGIONAL DO AMBIENTE E DO MAR</strong><br />
<strong> Direcção de Serviços dos Recursos Hídricos</strong></p>
<p>A Presidente do júri<br />
Dina Maria  Duarte Medeiros<br />
Directora de Serviços</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Software livre na administração pública dos Açores: Primeiro legisla-se a favor e depois fazem-se acordos com a microsoft</title>
		<link>http://www.blog.amrlima.info/archives/1005</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 16:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[açores]]></category>
		<category><![CDATA[administração pública]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
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		<category><![CDATA[windows live]]></category>

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		<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa Regional dos Açores publicou uma Resolução em que &#8220; Recomenda ao Governo a adopção de medidas que facilitem  a introdução de sistemas e aplicações de software livre nos serviços da administração pública regional&#8221; (nº 11/2010/A) e agora a &#8220;Secretaria Regional da Educação e Formação e a empresa de software Microsoft vão formalizar na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa Regional dos Açores publicou uma Resolução em que &#8220; <a href="http://www.computerworld.com.pt/2010/07/21/acores-quer-software-livre-na-administracao-publica-regional/" target="_blank">Recomenda ao Governo a adopção de medidas que facilitem  a introdução de sistemas e aplicações de software livre nos serviços da administração pública regional</a>&#8221; (nº 11/2010/A) e agora a <a href="http://www.acorianooriental.pt/publicacoes/show/91304/" target="_blank">&#8220;Secretaria Regional da Educação e Formação e a empresa de software Microsoft vão formalizar na próxima terça-feira um acordo para alargar o uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) nas escolas açorianas.&#8221;</a></p>
<p>Definitivamente não conheço empresa mais amiga do software livre e open source do que a microsoft. Pelo que sei, suponho que se queira utilizar o Windows Live nas escolas açorianas. Seria de admirar que a microsoft disponibilizasse licenças gratuitas para todas as escolas dos Açores, o que me leva a perguntar se numa altura de crise (e em qualquer outra altura) não seria muito mais inteligente utilizar uma plataforma que é utilizada em muitas universidades e escolas por todo o país e que tem custo de licenciamento zero? O <a href="http://moodle.org/">moodle</a> é essa plataforma e como utilizador digo que é óptima para o ensino online e pode complementar muito bem o ensino presencial.</p>
<p>É óbvio que há custos associados, mas haverão certamente empresas açorianas que podem implementar sistemas moodle a um custo muito mais baixo do que um sistema microsoft. Era dinheiro que aqui ficava e emprego que se criava. Ou alguém tem a ingenuidade de pensar que a empresa de Redmond faz favores a alguém e que o que agora &#8220;dá&#8221; não se converterá em lucro no futuro?</p>
<p>Caros governantes, ponham em prática aquilo que legislam.</p>
<p>P.S.:  Não tenho nem trabalho para qualquer empresa da área das tecnologias da informação.</p>
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		<title>Site da comunidade açoriana de linux tux-linux.net morto&#8230;?</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 13:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>amrlima</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[açores]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>

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		<description><![CDATA[É com alguma pena que constatei que o site da comunidade açoriana de linux (www-tux-linux.net) está em baixo e provavelmente morreu. Acho era inevitável e já contava que isso acontecesse, mais cedo ou mais tarde. Uma comunidade tão pequena não poderia sobreviver sem contacto pessoal entre seus membros. A forma como o site mantinha a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com alguma pena que constatei que o site da comunidade açoriana de linux (<a href="http://www.tux-linux.net" target="_blank">www-tux-linux.net</a>) está em baixo e provavelmente morreu. Acho era inevitável e já contava que isso acontecesse, mais cedo ou mais tarde. Uma comunidade tão pequena não poderia sobreviver sem contacto pessoal entre seus membros. A forma como o site mantinha a comunidade organizada era <em>pouco humana</em> para tão poucos membros. A partilha de dicas, notícias, criações não é suficientemente significativa numa comunidade desta dimensão para a manter viva.</p>
<p>Faltou a parte humana, talvez encontros que pudessem tornar a comunidade mais do que uma comunidade virtual, mas também uma comunidade de pessoas que se conhecessem e gostassem de ter contacto pessoal em torno de um interesse comum.</p>
<p>Escusado será dizer que o meu endereço de email com o domínio @tux-linux.net não recebe emails. Felizmente apenas o utilizava para alguns serviços pouco importantes, assim os emails que perdi não foram importantes.</p>
<p>RIP tux-linux.net</p>
]]></content:encoded>
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