Configurar conta do Gmail com IMAP no Evolution

O gmail há já algum tempo que deixou de apenas suportar o protocolo pop3, que permite apenas descarregar o e-mail para o cliente (e.g. Thunderbird, Evolution, Outlook, etc.) e não uma verdadeira sincronização entre o cliente e o servidor de email (neste caso o gmail).

Agora exite também o suporte a imap que permite que tenha sempre o e-mail no programa que utiliza como cliente e no servidor de webmail, neste caso o gmail.
Para quem utiliza o Evolution (cliente de e-mail do GNOME) aqui vão as simples instruções de como configurar a sua conta do gmail com imap.

Vamos a Editar -> Preferências -> Contas de E-mail

e Adicionamos uma conta com o assistente clicando no botão “Adicionar”.

Quando for pedido coloca-se o endereço de e-mail e avançando escolhemos o tipo de servidor “IMAP”. Depois coloca-se na caixa “Servidor”: imap.gmail.com, escolhe-se “Segurança”: Encriptação SSL. Deixa-se o “Tipo de Autenticação” como Senha.

Clicando em “Avançar” irá apresentar um menu onde pode afinar algumas opções e em seguida é pedido para configurar o servidor de saída smtp que é smtp.gmail.com e a encriptação é SSL de novo.

Depois é só terminar o assistente e a conta do gmail com imap está configurada!

Gosto do Abiword…

Hoje resolvii experimentar o Abiword e gostei muito do “look and feel”. Não utilizei quase nada por enquanto. Gosto dos menus, dos ícones, da disposição dos mesmos…

Mas encontrei logo um problema complicado… os documentos em .odt, dos poucos que experimentei, vêm bastante desconfigurados. Isto é uma pena! Para adicionar suporte a ficheiros .odt é necessário instalar o pacote abiword-plugins com um simples:

sudo apt-get install abiword-plugins

para quem utiliza Debian e derivados.

Em relação aos documentos .doc não tive quaisquer problemas na importação.

A versão que estou a testar é a 2.4.6 que se encontra nos repositórios do Ubuntu Hardy.

Vou defenitivamente começar a utilizar o Abiword para ver em que estado se encontra este editor de texto do GNOME.

Using metacity and not missing compiz

I’ve been using metacity as a composite manager for about 2 weeks now and I don’t miss compiz! What I used more in compiz was Alt + tab and transparency, and now I can get that with metacity! And it’s less resource hungry and a bit more responsive. The fancy 2D plugins and the complex compiz animations are in general not useful in a regular working day. Of course they are always nice to show to our friends what linux can do!

So if you want a snapier desktop, but still with some nice effects ans transparency, try metacity again!

Metacity as a composite manager

For those who think compiz is resource hungry and don’t use most of the plugins, now you can have transparency and smooth minimize/maximize effects with metacity. If you are using GNOME 2.22 (available on Debian Lenny, Ubuntu Hardy) you can just open gconf-editor and browse apps -> metacity -> general -> compositing_manager and mark the check-box! If you are using compiz, just open a terminal and type: metacity –replace. There you go, metacity as a composite manaegr :). I’m testing it now!

Algum tempo com o Epiphany

Há já alguns dias, ou mesmo mais de uma semana tenho usado o Epiphany que é o web browser do Gnome. Em relação ao Firefox é mais leve, consome menos memória e é mais rápido a iniciar. Tem algumas extenções bastante úteis como o Adblock. Integra-se melhor no ambiente Gnome, por exemplo os ícones usados são sempre aqueles do tema actual. Utiliza o mesmo motor (Gecko) que o Firefox, por isso a velocidade de renderização das páginas é sensivelmente a mesma, mas encontra-se em desenvolvimento a implementação do Webkit… veremos como serão as velocidades então.

Acho que é uma boa alternativa ao Firefox que por vezes peca pelo excessivo consumo de memória e pelo tempo que demora a arrancar a “frio” (primeira utilização). Esperemos que esses problemas sejam resolvidos com o Firefox 3. Já uso Firefox desde o 0.9 e sempre adorei, mas, principalmente em Linux, infelizmente tem-se tornado muito pesado. Por agora o Epiphany faz um excelente trabalho e tenho sempre o Firefox aqui para algumas situações :)

As maravilhas da Virtualização

Para quem tem um pc relativamente rápido e com alguma memória (pelo menos mais de 1GB) e precisa de correr alguma aplicação de windows no seu querido e amado linux (neste caso Ubuntu) há várias hipóteses. Para jogos a melhor será sempre o Wine ou o Cedega (comercial), mas claro que nem todos os jogos funcionam e normalmente é sempre preciso por mãos à obra para por o jogo a correr. Por vezes até correm melhor que no windows, como é o caso do Football Manager 2006 que em Linux voa :). O wine é também uma boa solução para alguns programas para os quais não existe equivalente open source ou que, ao equivalente faltam algumas funcionalidades que fazem falta. Mas por vezes nem o wine funciona. Quando isso acontece (em vez de termos de reiniciar para ir para o windows que temos em dual boot) podemos usar um sistema operativo virtual! Bem sei que não é novidade nenhuma, mas começa a ser cada vez mais uma solução que não peca pela lentidão e complexidade como por vezes acontecia.

Existem várias opções para virtualizar um sistema operativo em Linux: vmware, qemu, xen, virtualbox… Bem eu até hoje só experimentei o virtualbox: é open source, está disponível nos repositórios do Ubuntu (suponho que também no debian e várias outras distros) e sempre funcionou de forma excelente comigo… mas um dia vou experimentar alguns dos outros.

Tenho neste momento o virtualbox instalado a com uma instalação do windows xp. Segui as seguintes instruções para instalar o virtualbox:

Tendo o repositório Universe activado instale o virtualbox ose:

sudo apt-get install virtualbox-ose virtualbox-ose-source

Instalar o kernel-module:

sudo apt-get install module-assistant
sudo m-a prepare
sudo m-a a-i virtualbox-ose
sudo modprobe vboxdrv

Para carregar automaticamente o módulo do kernel:

sudo gedit /etc/modules

e adicione: vboxdrv

Adicionar o seu nome de utilizador ao grupo “vboxusers”

sudo adduser [nome de utilizador] vboxusers

Depois é só ir a Aplicações—>Ferramentas de Sistema—>InnoTek Virtualbox

e correu o programa :)

A interface é bastante intuitiva e é bastante simples instalar o windows, ou outro sistema operativo seguindo as indicações e aceitando as configurações por omissão.

Claro que com isto vou experimentar muitas e muitas distros. Estar a instalar distros só para ver como estão no disco da máquina dá um bocado de trabalho e o risco de perda de dados existe sempre, para além do trabalhão de fazer backup e backup de tudo. Assim muito rapidamente instala-se uma distro ou o windows sem risco e quase sem trabalho :). Diga-se que o xp corre muito rápido mesmo e a opção de “seamless mode, que permite que as janelas das aplicações a serem executadas no guest se integrem no nosso host, é fantástica e faz com que quase pareça que estão a correr mesmo no Ubuntu.

Experimentem, vão ver que vale a pena!!

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